3 de dezembro de 2009

Solidão Corrosiva


Solidão Corrosiva


Esses olhares que matam
e desprezam quem os vê.
Solidão devastadora
que me amarra indefesa
e me consome
sem delicadeza ou cuidado.

Passa tudo à nossa frente,
que vida tão demente!
Que sofrimento tão profundo,
quem vem dói e permanece,
tão forte como sempre.

Maria João Tavares

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